quarta-feira, 16 de outubro de 2013

beco com saída

Pedro Baía / Diogo Seixas Lopes  (texto) + Jorge Nogueira (Fotografia)
AS PEDRAS ROLANTES DE MONTEMOR-O-VELHO

Esta forma de entender o trabalho do arquitecto, em particular o de Miguel Figueira, representa uma resposta possível para o aparente beco sem saída em que a profissão se encontra. Assumindo o papel de actor interventivo e propositivo, em prol de uma comunidade, Figueira também não tem problemas em sujar as mãos no confronto com o real. É nesse espírito de mediação comprometida que intervém em processos participativos com vários actores (...) como o Movimento Cívico SOS Cabedelo na defesa da Onda da Figueira da Foz (...). É uma forma de militância, que cabe a cada cidadão fazer. Construir, com responsabilidade, o espaço da vida social. 

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